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For Rainbow divulga vencedores de sua 14º edição

“Mães do Derick”, de Dê Kelm (foto), é duplamente premiado com o Troféu Elke Maravilha e Prêmio da Crítica na categoria Melhor Longa-Metragem Brasileiro – o argentino El labirinto de las Lunas vence como Melhor Longa Estrangeiro. Limiar, de Coraci Ruiz, também é destaque

Nesta sexta (18 de dezembro) chega ao fim a 14º edição do For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero. Um dos principais festivais de cinema e cultura LGBTI+ do Brasil, o For Rainbow encerra ciclo de sete dias de transmissão gratuita de filmes, exclusivamente em formato virtual – foram nove longas e 32 curtas-metragens selecionados em meio a um universo de 1.479 filmes, enviados de 98 países.

Com dois prêmios de Melhor Longa-Metragem Brasileiro (Troféu Elke Maravilha e Prêmio da Crítica), “Mães do Derick”, de Dê Kelm, é o grande destaque da noite – o documentário recebe ainda outros dois Elke Maravilha: Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora Original. Com quatro troféus (Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Desenho Sonoro), o documentário autobiográfico “Limiar”, de Coraci Ruiz, é a obra com maior número de reconhecimentos. “Advento de Maria”, de Vinícius Machado, levou o troféu de Melhor Direção de Arte e de Melhor Atriz para Maria Eduarda Maia. O argentino “El Laberinto de las Lunas”, de Lucrecia Mastrangelo, venceu como Melhor Longa-Metragem Estrangeiro (veja relação completa ao final).

Entre os curtas premiados “Inabitáveis”, de Anderson Bardot, venceu como Melhor Curta-Metragem brasileiro de ficção; e “O que pode um corpo?”, de Victor di Marco e Márcio Picoli, Melhor Curta-Documentário brasileiro. O sul-coreano “God’s Daughter Dances” (A filha de Deus Dança), de Sungbin Byun, levou o Troféu Elke Maravilha de Melhor Curta Estrangeiro (leia relação completa ao final).

Prêmio João Nery

O Prêmio João Nery, uma homenagem ao primeiro homem transgenitalizado no Brasil e referência internacional nas lutas da população LGBTI+, é entregue anualmente pelo For Rainbow como reconhecimento a obras que valorizam a militância LGBTI+. Nesta edição “As cores do divino”, de Victor Costa Lopes, foi agraciado com o Prêmio João Nery de Longa-Metragem; e “Perifericu”, do quarteto Nay Mendi, Rosa Caldeira, Vita Pereira e Stheffany Fernanda, recebeu o prêmio na categoria Curta-Metragem.

Prêmio da Crítica

Fruto de uma parceria entre o For Rainbow e a Associação Cearense de Críticos de Cinema – Aceccine, o Prêmio da Crítica debruça-se exclusivamente sob obras nacionais. Neste ano “Mães do Derick” levou como Melhor Longa-Metragem Brasileiro; e o potiguar “De vez em quando eu ardo”, de Carlos Segundo, foi reconhecido como Melhor Curta-Metragem Brasileiro.

O For Rainbow

Realização do CENAPOP – Centro Popular de Cultura e Ecocidadania, o Festival é produzido há 14 anos consecutivos na cidade de Fortaleza (CE). Além da mostra competitiva de cinema LGBTI+, o 14º For Rainbow contou ainda com série de atividades paralelas: webinares, show, apresentação teatral, espetáculo de dança, exposição virtual, mostra educativa, feita de apoio a empreendedores LGBTI+, Encontro Estadual de Cultura LGBTI+ entre outros.

Premiação completa:

TROFÉU ELKE MARAVILHA – LONGAS-METRAGENS

Melhor Longa-metragem Brasileiro: Mães do Derick, de Dê Kelm

Melhor Longa-metragem Estrangeiro: El Laberinto de Las Lunas, de Lucrecia Mastrangelo (Argentina)

Melhor Direção de longa-metragem: Coraci Ruiz (Limiar)

Melhor Roteiro de longa-metragem: Coraci Ruiz e Luiza Fagá (Limiar)

Melhor Ator de longa-metragem: Antoine Herbez (7 Minutes)

Melhor Atriz de longa-metragem: Maria Eduarda Maia (Advento de Maria)

Melhor Fotografia de longa-metragem: Coraci Ruiz (Limiar)

Melhor Direção de Arte de longa-metragem: Thiago Nery (Advento de Maria)

Melhor Edição de longa-metragem: Aristeu Araújo (Mães do Derick)

Melhor Trilha Sonora Original de longa-metragem: Grupo Taiobas (Mães do Derick)

Melhor Desenho Sonoro de longa-metragem: Guile Martins (Limiar)

TROFÉU ELKE MARAVILHA – CURTAS-METRAGENS

Melhor curta-metragem ficção brasileiro: Inabitáveis, de Anderson Bardot

Melhor Curta-documentário brasileiro: O que pode um corpo?, de Victor Di Marco e Márcio Picoli

Melhor curta-metragem estrangeiro: A filha de Deus Dança, de Sungbin Byun

Melhor Direção de curta-metragem: Henrique Arruda (Os últimos românticos do mundo)

Melhor Roteiro de curta-metragem: Rafaela Camelo (O Mistério da Carne)

Melhor Ator de curta-metragem: Lucas Galvino (Fotos privadas)

Melhor Atriz de curta-metragem: Xan Marçal (Iauaraete)

Melhor Fotografia de curta-metragem: Igor Pontini (Inabitáveis)

Melhor Direção de Arte de curta-metragem: Carlota Pereira (Os Últimos Românticos do Mundo)

Melhor Edição de curta-metragem: Rick Caldas (Balizando 2 de julho)

Melhor Trilha Sonora Original de curta-metragem: Eduardo Canavezes (O Mistério da Carne)

Melhor Desenho Sonoro de curta-metragem: Marcio Lima e Fabíola Aquino (Balizando 2 de julho)

Menção honrosa de curta-metragem: Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Vita Pereira, Stheffany Fernanda

Menção honrosa de curta-metragem: Homens Invisíveis, de Luis Carlos de Alencar

PRÊMIO JOÃO NERY

Prêmio João Nery de longa-metragem: As Cores do Divino, de Victor Costa Lopes

Prêmio João Nery de curta-metragem: Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Vita Pereira, Stheffany Fernanda

JÚRI DA CRÍTICA

Melhor Longa-Metragem Brasileiro: “Mães do Derick” (PR), de Dê Kelm

Melhor Curta-Metragem Brasileiro: “De Vez Em Quando Eu Ardo” (RN), de Carlos Segundo

Author: thawa

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