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Aceccine: entenda como se dá entrega do prêmio “Júri da Crítica”

Curta “De vez em quando eu ardo”, de Carlos Segundo (foto), recebe Prêmio da Crítica de Melhor Curta-Metragem Brasileiro neste 14º For Rainbow

O 14º For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero, chega ao seu fim. Foram 7 dias exibindo gratuitamente, através de seu canal youtube.com/festforrainbow, os últimos lançamentos de longas e curtas com temática LGBTI+ pelo mundo. Além da Mostra Competitiva Internacional de Cinema ocorre ainda, em paralelo, série de atividades como show, formação, mostra educativa, espetáculo de dança, exposição virtual, feira empreendedora entre outras ações culturais que marcam, há 14 anos, a cena cultural do estado do Ceará.

Dentre os 42 filmes selecionados para esta edição, 06 longas e 23 curtas brasileiros concorreram ao Prêmio da Crítica. A honraria, concedida em parceria com a Aceccine – Associação Cearense de Críticos de Cinema, foi anunciada no encerramento do Festival e oferecida em duas categorias: melhor curta-metragem e melhor longa-metragem brasileiros.

O produtor audiovisual Arthur Gadelha, presidente da Aceccine, compõe o Júri da Crítica juntamente com o blogueiro e crítico de cinema Ailton Monteiro; e com o também crítico e jornalista Thiago Sampaio.

Gadelha, que já atuou como júri em festivais como For Rainbow, Cine Ceará e Noia, conta que é muito difícil explicar, objetivamente, o processo de avaliação e concessão do Prêmio da Crítica. Apesar de haver uma expectativa quanto a rotulações como “melhor filme”, o processo de análise é profundamente subjetivo ao contexto de um evento, de seus filmes e do próprio júri.

“Acredito que o júri, por meio da sua premiação, transmite uma mensagem, compõe uma interpretação própria sobre o cinema. No caso do júri da crítica do For Rainbow, que analisa apenas as obras brasileiras, é ainda mais empolgante porque se trata de uma interpretação sobre o cinema brasileiro com todos os seus poderes de redescoberta, especialmente sobre uma discussão tão libertadora como a diversidade de sexo e gênero.”

“Então, nessa balança, entra tudo além do tema: a estética, o roteiro, o desenvolvimento da própria linguagem e a forma como o filme se insere no próprio contexto, a forma como se posiciona, ou não, diante do seu objetivo, diante do que já existe e de tudo aquilo que pode ser novo. É uma tarefa difícil, mas comovente porque é um exercício bastante elétrico”, expõe Gadelha, presidente da Aceccine e jurado do 14º Festival For Rainbow.

JÚRI DA CRÍTICA – 14º For Rainbow
Melhor Longa-Metragem Brasileiro: “Mães do Derick” (PR), de Dê Kelm.
Melhor Curta-Metragem Brasileiro: “De Vez Em Quando Eu Ardo” (RN), de Carlos Segundo.

Author: thawa

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