Existir é um ato de coragem. Amar é um direito. Resistir é uma forma de transformar o mundo.
É a partir dessa reflexão que a identidade visual do 20º For Rainbow apresenta essa edição celebrativa de vinte anos com o tema “Existir, amar, resistir”.
O For Rainbow reafirma seu compromisso com a promoção da diversidade, a defesa dos direitos humanos e o enfrentamento às diferentes formas de preconceito e discriminação. Seguimos construindo um futuro em que todas as vidas importem!!!
• 1.487 FILMES INSCRITOS DE 100 PAÍSES
• CATEGORIAS DE PREMIAÇÕES DOS FILMES
Os filmes premiados concorrem ao Troféu Elke Maravilha nas categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Interpretação Masculina, Melhor Interpretação Feminina, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Som, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.
O Melhor Filme de Curta-Metragem receberá um prêmio de 5 mil reais
O Melhor Filme de Longa-Metragem receberá um prêmio de 10 mil reais.
21/Nov
Mostra Competitiva Internacional de Curtas e Longas-Metragens:
“FILHAS DA LUA”. Dir.: Tatiana Sager e Gabriel Sager Rodrigues, Doc, 1h13min, (Brasil/RS), 2026
22/Nov
Mostra Competitiva Internacional de Curtas e Longas-Metragens:
“VERSOS D’ÁGUA/“Verses from the water”. Dir.: Amadis T. Loyer , Doc/Exp, 07’21”, (Chile/Brasil), 2025
“MARIMBÃ ESTÁ ACONTECENDO”. Dir.: Maryn Marynho, Animação, 15’20”, (Brasil/CE), 2026
“BOI DE SALTO”. Dir.: Tássia Araujo, Fic, 14’09”, (Brasil/PI), 2025
“LANÇA-FOGUETE”. Dir.: William Oliveira, Fic, 16’00”, (Brasil/PE), 2025
“A RAINHA DA AMAZÔNIA”/“La Reina del Amazonas”. Dir.: John Agudelo Suárez, 1h35min, (Colômbia), 2025
23/Nov
Mostra Competitiva Internacional de Curtas e Longas-Metragens:
“A VAQUEIRA, A DANÇARINA E O PORCO”. Dir.: Stella Carneiro, Ary Zara, Fic. 10’ (Brasil/CE), 2025
“SISENTA!”. Dir.: Mae Malaya, Fic. 19’44”, (Filipinas), 2025
“PORONGA”. Dir.: Rafael Rogante, Fic. 15’50” (Brasil/RO), 2026
“OLHE PARA MIM”. Dir.: Rafhael Barbosa, Fic. 01h28min, (Brasil/AL), 2026
28/Nov
CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO dos Filmes Vencedores
Alagoano e mora há 24 anos no Ceará, é roteirista, autor do livro ‘Cinema Falado’ e diretor de cinema, com formação técnica em realização audiovisual pelo Instituto Dragão do Mar, e em narrativas transmídias, pela Baltic Film, Media, Arts and Communication School, da Universidade de Tallinn, na Estônia.
Fez sua estreia na direção com o curta “Aqueles Dois” (2018) e também assina a direção do premiadíssimo filme “Transversais”.
Com graduação em Cinema e Audiovisual na UFPE, faz parte da Rede Paradiso de Talentos. Coordena também grupos de desenvolvimento de roteiro no Marieta, onde desenvolveu seu roteiro de longa-metragem “Suçuarana”, bem como, no CENA 15, do Porto Iracema das Artes; na residência “Desde la Raíz” (Cali, COL); e no Sesc Argumenta. Idealizou e coordena o “ARUPEMBA”, laboratório de roteiro que reuniu novas autorias indígenas.
Atuante no movimento de Lésbicas pela visibilidade e orgulho, desde 2015, promove ações culturais, formativas e políticas por meio de rodas de conversa, saraus e mostras de cinema. Uma das curadoras e idealizadora do primeiro ‘Ciclo Visibilidade Lésbica: A gente se reconhece na nossa história!’ (2023) – UFMT/Cineclube Coxiponés, com filmes com protagonismo lésbico, do ‘Ciclo Convergências Lésbicas: Histórias que atravessam gerações’ (2025) – CineClube Coxiponés/ UFMT e Cine Teatro Cuiabá.
É associada da Associação de Profissionais Trans do Audiovisual – APTA e da Associação Brasileira de Autores Roteiristas – ABRA. Idealiza e coordena o Ateliê Xica Manicongo de Cinema, projeto de formação para pessoas trans e travestis; coordena a programação e integra a curadoria do Festival Revoada de Cinema; e trabalha em sets de filmagem de longas e curtas-metragens como Assistente de Direção. Atualmente, finaliza ‘Melô de Iga’, seu primeiro curta-metragem de ficção.
Artista visual, realizador e graduando em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Desenvolve trabalhos nas áreas de design gráfico, fotografia e audiovisual. É membro fundador do coletivo LGBT Flor no Asfalto, que atua no enfrentamento à LGBTfobia na periferia de Fortaleza, por meio de ações de mobilização, formação e cultura. Possui experiência em coordenação técnica de festivais de cinema, especialmente em iniciativas voltadas aos direitos humanos, às questões de gênero e à diversidade sexual.